Brasil Debate

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Marcio Gimene

É diretor de Planejamento da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento – Assecor

Leandro Freitas Couto

É secretário-geral da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento - Assecor

 

5 respostas to “Uma agenda de futuro para o governo sair da defensiva”

  1. Áurea Mazzetti disse:

    Leandro, parabéns pelo debate.
    Sendo o PPA um instrumento de planejamento, ele deveria e poderia ser elaborado de forma democrática e discutido tecnicamente, principalmente na questão do Planejamento Urbano, tanto Municipal como Regional.
    Hoje com a Lei do Estatuto da Metrópole em vigor, os Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) não devem ser tratados apenas politicamente, como se vê em alguns PPAs Regionais.
    O Planejamento Urbano Municipal e Regional precisam conversar entre si, com os critérios democráticos e técnicos também, para que os projetos e o atendimentos às Funções Públicas de Interesse Comum sejam eficazes e não manipulados para não virar palanques políticos.
    Entendo que a participação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Urbano, das Cidades e demais Conselhos, nas discussões para a elaboração dos PPAs é uma forma de colaborar com o Planejamento de Ações de Impacto Efetivo, ajudando realizar e monitorar a realização das ações propostas.
    Sds

  2. André Rafael disse:

    Parabéns, Márcio e Leandro.

    Sinto também que é preciso elevarmos bastante o nível do debate sobre planejamento aqui no Brasil. A forma com que esse tema é tratado atualmente não condiz com as necessidades da população, nem com nossas potencialidades institucionais e econômicas.

    Tenho certeza que a carreira de Analista de Planejamento e Orçamento terá um papel chave na construção desse novo modelo de planejamento.

    Contem com nosso apoio.

  3. Alejandro Luiz Pereira da Silva disse:

    Prezados Marcio / Leandro.

    Parabenizo pela iniciativa dessa proposta. O planejamento no país tem sim de ser valorizado. Desenvolvimento só se faz com efetivo planejamento.
    Defendo porém que a atual crise se está cristalizando na questão da quebra da confiança da sociedade com os governantes e com o universo político no seu todo.
    Apesar da importância do PPA acredito que ele não poderia ser o único instrumento. A ação política teria de se voltar para o restabelecimento da confiança. Aí visualizo que somente com uma iniciativa mais ampla, supra partidária, com os setores representativos da sociedade civil, se poderia construir os pontos estruturais de um pacto social capaz de fundamentar novo ciclo de desenvolvimento do país.
    Considero também que a louvável iniciativa de vocês pode ser a proposta para iniciar esse tão necessário processo, com vistas buscar as soluções para a superação deste impasse que vive a nação.

  4. Adriano Sandri disse:

    Amigos, gostei do artigo, mas, como cidadão comum, pergunto o que é o PPA. Não tecnicamente, pois sei o que é, mas politicamente. Como cidadão comum, a primeira imagem (o tal de imaginário existe)é que é uma peça de ficção. Ou seja, propositivamente: como fazer com que esta peça institucional e constitucional poderia se tornar uma peça real de planejamento e de políticas públicas?
    Vamos pensar juntos. Grato.

  5. Antonio Magalhães disse:

    Eis, afinal, um posicionamento efetivo da Carreira diante da desordem por que passa o Brasil. Sim, porque a ASSECOR representa a Carreira de Planejamento e Orçamento. Muito bom. Mas, afinal, muito mais que um posicionamento precisamos de projeto (pronto). Penso que deveriamos ir além desse momento; convocar os associados e promover discussão na linha apresentada nesta matéria, concluir por um produto de “Renovação do Brasil com um Planejamento de Ações de Impacto Efetivo” e após encontrar “o caminho” que nos leve ao Planalto para que o debate se estabeleça. Márcio, Leandro, meus cumprimentos.

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