O discurso dos economistas de Aécio, da imprensa especializada e da grande mídia em geral tratam a questão fiscal como se o Brasil estivesse à beira de um colapso. E mais: tenta-se colar no governo atual a imagem de irresponsabilidade na gestão de suas contas e, ao mesmo tempo, que o PSDB é o partido […]
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Gestão das contas públicas

Governos FHC ou Lula-Dilma: quem tem responsabilidade fiscal?


13/10/2014

O discurso dos economistas de Aécio, da imprensa especializada e da grande mídia em geral tratam a questão fiscal como se o Brasil estivesse à beira de um colapso. E mais: tenta-se colar no governo atual a imagem de irresponsabilidade na gestão de suas contas e, ao mesmo tempo, que o PSDB é o partido bastião da responsabilidade fiscal e austeridade. Mas quem teve responsabilidade fiscal de fato no seu governo?

Vejamos a análise dos dados fiscais.

A dívida do setor público – governo federal, estados e municípios – pode ser medida de duas formas diferentes. Na primeira, mede-se a dívida bruta do governo, que contabiliza todos os passivos do setor público. Mas se a venda de novos títulos de dívida tem como contrapartida a aquisição de ativos por parte do setor público, como é no Brasil o caso da aquisição de reservas internacionais, então parece ser menos adequado medir a capacidade de pagamento do governo utilizando a dívida pública bruta/PIB. Por esse motivo, há um segundo conceito, de dívida líquida do setor público, que desconta da dívida os ativos que as três esferas do governo possuem.

No Brasil, a relação dívida pública líquida teve duas tendências nos últimos 20 anos: a primeira foi de elevação, de 1995 a 2002, no governo FHC, quando mais do que dobrou, saindo de 29,5% do PIB para 60,4%.

A segunda foi de redução, no governo Lula-Dilma, saindo dos 60,4% do PIB entregues por FHC, para 34,9% em junho de 2014.

grafico evolução da dívida publica

Outros indicadores fiscais relevantes, por influenciarem na trajetória da dívida pública, são os resultados primário e nominal. O balanço primário é calculado como a diferença entre as receitas totais e as despesas não financeiras, isto é, exclui-se o pagamento de juros sobre a dívida pública das despesas gerais do governo. A segunda é o balanço nominal, que inclui na conta os juros da dívida pública.

grafico setor publico consolidado

É fácil notar que o superávit primário foi muito baixo no primeiro governo FHC, mudando de patamar após a forte crise cambial em 1999. Desde então, o governo Lula-Dilma manteve a política de superávit primário, reduziu o déficit nominal médio através da redução dos juros em relação ao governo FHC, e por consequência o volume de juros pagos relativamente ao PIB, e atingiu uma queda sustentada da relação dívida pública/PIB.

Não é muito difícil ver qual governo teve mais responsabilidade fiscal. Aliás, mais límpido impossível.

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29 respostas to “Governos FHC ou Lula-Dilma: quem tem responsabilidade fiscal?”

  1. Grande Jurista Renomado disse:

    Sempre divertido voltar nessas reportagens da época que o governo do PT ainda pagava os blogueiros para prometer o mundo das maravilhas e falar que a grande midia mente. Agora em 2018 vivemos praticamente o caos que o PT causou quebrando as nossas contas exatamente como a tal “grande midia malvada” previu….

  2. Fernando Economista disse:

    Como é interessante ver esses blogs governistas e esses posts antigos.
    A dívida interna bruta está quase em 80%, disparou no governo Dilma 2 e os gráficos já mostravam um aumento constante nos últimos anos.
    Vale lembrar que o governo FHC enfrentou ao menos 2 crises, cambial, coreia, mexico, enquanto no periodo do Lula 1 e parte do Lula 2 tivemos o paraiso das commodities. A divida poderia ter sido reduzida substancialmente, mas não foi.

  3. verdade disse:

    O dívida externa caiu … em compensação a interna disparou … entregou o país aos altos juros internos … devíamos no todo 854 bi e agora 2.8 tri … realmente o PT sabe o que faz (pra arruinar o Brasil).

  4. Henrique disse:

    Entendi! A ecomomia estava ótima no tempo do Itamar. A inflação era imaginária. O plano real foi um engodo. A dívida externa não existia. Antes 35% da Dívida e hoje 4% da dívida, mas mas não existia. O Brasil não deu calote no tempo do Sarnei, ou seja tinhamos créditos ilimitados com os bancos. Era só pegar dinheiro a juros de 0,5% ao ano. Toda a dívida estava reconhecida pelo Brasil, até os ajustes dos planos economicos. Viva o Brasil de memória bem curta.

  5. MARCOS A. MORAES disse:

    artigo cretino que desmente ser a pagina supra isso e aquilo. Deve ser fantasia de lobo em pele de joão santana.

    MAM

  6. […] 2008 e ainda por aí. Sobre contas públicas, deficit e dívida, refresco sua memória citando o desempenho de seu governo. Em 1995, quando subiste a rampa do Palácio, a dívida pública líquida estava em 29,5%. Findado […]

  7. […] em 2008 e ainda por aí. Sobre contas públicas, deficit e dívida, refresco sua memória citando o desempenho de seu governo. Em 1995, quando subiste a rampa do Palácio, a dívida pública líquida estava em 29,5%. Findado […]

    • Rodrigo De Filippo disse:

      É curioso que FHC disse que a privatização seria para pagar as dívidas. No entanto a transferiu para Lula como um pesado encargo de 60% do PIB. O que fizeram então com toda a grana da privatização? Que dívida foi paga, afinal?

  8. Geraldo disse:

    Você precisa fazer 2 ajustes nos números do FHC:

    1. Houve uma revisão do PIB (não lembro a data exata), que aumentou o PIB em cerca de 5% a partir de 2003. Assim, a relação Dívida/PIB antes disso teria que ser ajustada em pelo menos 5% para baixo.

    2. Efeito câmbio – o pico dívida PIB em 2002 ocorreu devido ao efeito do câmbio – cerca de ~ 60% da dívida eram swaps cambiais. A relação dívida/PIB caiu rápido entre 2003-2007 principalmente por causa do efeito do câmbio, e não devido ao superávit primário. Agora ocorre o inverso: estamos comprados em dólar, e a desvalorização do real melhora a relação dívida/PIB.

  9. Luiz Roberto Zukhov disse:

    Em relação ao que o Guilherme Silva disse é preciso considerar de onde vinha o Brasil (de uma inflação de mais de 2500% ao ano), antes de aplicar o Plano Real (que diga-se de passagem, o PT foi contra, dizendo que não daria certo e era apenas eleitoreiro). Erros foram cometidos (e grandes) por FHC e outros governos que tivemos no Brasil – Lula e Dilma também (há cerca de 515 anos não temos governo realmente bom). Acertos foram feitos por FHC como a Lei de Responsabilidade Fiscal, as Metas de Inflação e o Câmbio Flutuante (que o PT foi contra todos, mas os manteve durante sua gestão). Inclusive o próprio Lula ao assumir em seu primeiro mandato concordou com o último empréstimo feito junto ao FMI, deixando dinheiro em caixa para o iniciar seu governo. É preciso que se diga que o Lula pagou a última parcela de US$ 15 bi ao FMI (com juros de 6% ao ano) convertendo-a para a dívida pública brasileira (a 10,75% ao ano).Analisando a situação econômica do Brasil hoje dizemos que está melhor (principalmente na relação dívida interna x PIB). Porém, nos último 4 anos (governo Dilma) estamos com as enormes perdas patrimoniais da Petrobrás, da Eletrobras, do Banco do Brasil, obras superfaturadas e fora dos prazos, crise energética, inflação subindo, taxas de juros subindo, terceiro menor PIB da História. Demonizaram-se as privatizações, mas pergunto: a privatização da Vale do Rio Doce, Embraer e siderúrgicas foi ruim para o Brasil? A Dilma pretende abrir o capital da CEF, tornando-a “S/A”, o que está revoltando os funcionários. FHC gastou (em 8 anos) cerca de R$ 2,7 bi em propaganda, o Lula gastou cerca de R$ 8 bi e a Dilma (em 4 anos) cerca de R$ 4,5 bi. Paralelamente, ela vetou a correção na tabela do IR de 6,5%. No governo petista tivemos o mensalão, propinas generalizadas, etc. O que diferencia realmente o governo do PT daquele do PSDB?

    • C disse:

      FHC vendeu pra caramba e… gerou a maior dívida já registrada no Brasil! Vende e perde dinheiro???? Explica.

      • Tony disse:

        Deixa de ser mal informado e lavado cerebral de esquerda, a dívida pública subiu dessa maneira no governo FHC pelo fato dele ter contabilizado e assumido “esqueletos econômicos”, como dívidas de planos econômicos anteriores e dívidas dos estados que não eram contabilizadas. Além disso o texto é lamentável, o que interessa para o mundo todo é a dívida bruta e essa continua alta e voltou a crescer com a incompetência do governo Dilma.

        • israel disse:

          quem defende esse governo do pt , não tem nem coragem de colocar o nome ,em 1996 meu irmão era garçon, e ganhava 800 reais um terreno aki perto de casa valia 8000,00 reais hje ele ganha 900 reais e o terreno vale 140.000,00 reais ou seja o poder de compra da maioria da populaçao perdeu força nesse governo Dilma , governo fraco sem gestão

          • eto disse:

            Mas fundamento tem esses números do seu irmão? rs
            Lição de casa: Utilize indicadores econômicos e não o valor do terreno ao lado da sua casa.

          • Jeane disse:

            Nossa.. seu irmão em 1996 ganhava 7 salários mínimos como garçom? Sei…. Deveria ter comprado o terreno ao lado da sua casa, assim hoje teria um imóvel bem mais valorizado!!! O mais engraçado, é que hoje as pessoas estão comprando muito mais do que antes!!!

          • joey dos Santos disse:

            Nossa seu irmão deve ser um pessimo funcionario ou então se você estivér falando a verdade ele deve denunciar o patrão por trabalho escravo, pois como é que pode isso em 19 anos de trabalho ele só conseguiu 100 reais de aumento? /// quando nós sabemos que quando o FHC em 2003 entregou o governo a Lula o salario minimo era menos de 80 dolares, e no governo Lula chegou a 300 dolares. /// Eu por exemplo só em 2010 conseguí comprar e pagar vista o o meu notbook Dell. novo zerado. Em 2015 consegui adiquirir o meu apartamento pelo minha casa minha vida. Foi muita Luta e muito trabalho mais conseguí. /// E agora de agora pra frente será que vai ser assim pra nós Brasileiro? o que você acha?

  10. guilherme disse:

    Realmente economia é um bicho complicado. Nego pega extratos de dados pra corroborar suas ideologias. Gostaria de saber onde essa dicotomia FHC-Lula nos ajuda hj a explicar a cagada q Dilma fez no governo. Não teremos luz ou água em alguns meses e a culpa é das chuvas q não vieram. Mentira!! Há diversas formas de se gera energia e limpar a água. Alguma foi feita? Não. Nossa dívida bruta subiu de 53% pra 65% em 4 anos. Agora estamos vendo aumentos de impostos. Porque o governo invés d querer controlar mídia não controla os gastos públicos e deixa meus impostos em paz??

    • Maria disse:

      Guilherme, não tivemos problemas de fornecimento de água ou com luz, como vc deve ter percebido, com exceção de São Paulo, com problemas sérios no abastecimento de água por imprevisão e culpa do governo tucano daquele estado. Impostos também não foram aumentados. Mas, não tenha dúvida, meu caro, se houver o golpe, primeira providência a ser tomada por quem vier será um belo aumento de imposto e a criação de algo equivalente à CPMF. Farão tudo o que impediram Dilma de fazer. Além de não deixá-la governar, claro. E não foi só a oposição partidária. Mas também a oposição empressarial. Se o golpe acontecer, vocês (e nós, claro) comerão o pão que o diabo está assando desde a vitoria de Dilma. A diferença é que vcs ajudaram a colocar o país na m…. e nós estamos na resistência. Quem viver, verá!

      • Alex disse:

        E aí Maria?! Agora que estamos na segunda metade de 2017… O que foi do que a Srª. disse que se confirmou??? Nada né?! Parece até que o país tá tomando um rumo melhor, que bom…

  11. Evaristo disse:

    Fernando Henrique Cardoso pegou um país com dívida líquida baixa, na casa dos 29% e mais do que dobrou essa dívida, chegando a 60%. O Itamar Franco deixou um país mais saúdavel economicamente para FHGÁCÊ do que esse para LULA. A inflação estava sobre controle e com o nível de endividamento na casa dos 30% era muito fácil emitir mais títulos públicos para rolar ou reduzir a dívida. O que aconteceu foi que o Gustavo Franco manteve o real sobrevalorizado para controle inflacionário e juros muito altos, isso quebrou o Brasil. O PSDB nunca foi responsável fiscalmente, principalmente o Aécio Neves que montou um choque fajuta de gestão, em que não contabilizava o que devia à União e os juros a serem pagos. Ele conseguiu transformar Minas no estado mais endividado do país. A economia é mesmo muito complexa e o que se vê diariamente é a mais pura ideologia neoliberal sendo jogada nos rádios, jornais e televisões. É uma covardia o que os comentaristas econômicos tucanos que trabalham na Globo, Veja, Folha e Estao dizem, não se atendo a nenhuma racionalidade ou com qualquer preocupação com os destinos da nação. Desenvolvimento econômico então nunca falam, assim como melhorar o salário e o nível de emprego para o nosso povo. Os tucanos deveriam mudar a ave símbolo para urubu, pois são agourentos, querendo o pior para o nosso país e nosso povo.

  12. José Maria disse:

    Estou bem mais preocupado com a situação atual, mas também gosto de estudar a década de 90. O gráfico mostra uma visão parcial da história. Vou tentar resumir: Precisamos olhar para antes de 1995… havia um completo descontrole da matriz fiscal (receita muito aquém da despesa). Isso posto, para “fechar” a conta, o país tinha que se financiar, emitindo títulos e arbitrando juros altíssimos para atrair compradores para esses títulos (Quem vai querer comprar título de um cara endividado? A barganha é o juro). Dentro de uma situação de desequilíbrio agudo nas contas fiscais e de carência de poupança interna, a ÚNICA solução foi elevar a dívida interna por meio da emissão de títulos concomitantemente ao controle da inflação conseguido de diversas formas, entre elas a paridade com o dólar e a redução do gasto público por meio das privatizações. Havia outra solução, que era emitir papel moeda, mas isso significava alimentar ainda mais o processo inflacionário.

    A continuidade da política de austeridade fiscal com o famoso tripé econômico foi o maior benefício que era petista pôde dar para o Brasil. Os frutos foram colhidos, mas, para isso, alguém teve de arar a terra.

    O que se discute como erro na era FHC foi o “timing” do controle cambial. Muitos julgam até hoje que o câmbio flutuante poderia ter sido adotado mais cedo, o que faria com que o Brasil não fosse levado à crise de 1999 de forma tão pesada. Com o real à época sobrevalorizado e a fuga insana de dólares do país, a matriz fiscal foi duramente afetada.

    Economia é bem complexo. Fico temeroso com o uso eleitoreiro feito desse tema pelo PT, que, como sabemos, foi pedra no sapato para todas essas medidas amargas tomadas no passado, que sanearam a economia brasileira. Ninguém vai ao FMI porque gosta rsrsr. Reduzir a discussão a maldizer o outro como neoliberal é muito simplismo dos petistas.

    Para dar uma ideia de como a matriz fiscal foi bem mexida no governo Dilma, dá uma olhada no artigo a seguir. Os truques contábeis e os subsídios aos amigos do rei (só Eike Batista foi financiado com R$ 10bi com grana do BNDES) comprometeram a matriz fiscal pesadamente. E essa conta vai cair no colo do próximo governo. https://mansueto.wordpress.com/…/superavit-ou-deficit…/

    • Matheus disse:

      Perfeita a analise!

    • Marcus Monteiro disse:

      Eu canso de repetir que o sistema econômico tem as respostas de curto prazo, que mudam rapidamente conforme o mercado e as de longo prazo, que advém de intervenções estruturais e demoram para surtir efeito. Muito se demoniza o fator previdenciário, o arroxo fiscal, responsabilidade fiscal e as dívidas dos estados e municípios. Mas estas medidas duras permitiram o investimento. Quem se lembra do apelido do Fernando Viajando Cardoso…?! As viagens visavam apresentar no exterior um Brasil com fundamentos econômicos saudáveis, onde o investimento seria seguro.
      Não se pode esquecer que os partidos de esquerda na década de 90 e 80 pregavam a moratória em um país que crescia muito pouco. Se hoje alguém pregar isso, a fuga de capitais e a desconfiança não permitiriam refinanciamentos do déficit público, nem promover investimentos. É fácil o povo ver os exemplos da Argentina e Venezuela. Só não enxerga quem não quer ver.
      Hoje o estado omite-se cada vez mais na manutenção de rodovias, saúde, segurança e educação, em um país que aumenta a arrecadação acima da inflação a cada ano, sem o devido alívio nos impostos para permitir que a sociedade possa cobrir os gastos que faz nestas mesmas áreas.

    • Guilherme Silva (Guirma) disse:

      Metáforas do tipo “arar a terra” não salvam FHC! E simplismo é dizer que “ninguém vai ao FMI porque gosta”!
      Quem levou FHC ao FMI foi sua própria incompetência e o estelionato eleitoral imposto ao país quando forçou, por todo seu primeiro mandato, uma paridade estúpida entre o dólar e o real!! Com a ajuda da mídia, que é tucana até hoje, todos achavam isso normal e TODOS se endividaram em dólares! Quando a realidade veio a tona APÓS sua reeleição comprada a 200 mil por cabeça (preços da época) o país inteiro simplesmente FALIU!!!
      É aí que entra o papel do FMI impondo sua agenda e obrigando o entreguista a assumir as metas do tal “tripé econômico” (câmbio flutuante, superavit primário, metas de inflação) além de BC independente, juros flutuantes e responsabilidade fiscal. NENHUMA dessas medidas fazem parte do Plano Real!!! Foram IMPOSTAS pelo FMI!! Só surgiram a partir de 1999 já no SEGUNDO mandato!!! Detalhe:: Eram seguidamente descumpridas pelo corrupto acordo que mantinha seu governo de bem com a mídia e empresários: Vender estatais para pagar os juros oferecidos pelo próprio governo (e que eram os mais altos da história da humanidade) para os mesmos empresários que compravam essas estatais com dinheiro emprestado por esse mesmo governo!!!
      Era o acordo MELZINHO NA CHUPETA!!!
      Chamar a denúncia dessa trapaça de “uso eleitoreiro” é mais do que eleitoreiro é partidário!!! Tenta de novo, tucano!!!

      • Luciano disse:

        Não esqueça que o país chegou a fazer empréstimos a pagar juros pós fixado, um absurdo só aceito pelos incompetentes dos tucanos.

        • Rodrigo De Filippo disse:

          Em 1998 o Brasil quebrou> Isso foi dito por FCH no Fantástico (quando deixou o governo).
          Quando Kirchner decretou a moratória da Argentina, Bresser Pereira disse à FOLHA que a situação não se aplicava ao Brasil naquele momento, mas poderia ter sido uma alternativa no final de 2002. Enfim, dois tucanos do poleiro mais alto admitiram que o país quebrou duas vezes nas mãos deles.
          Isso saiu do bico deles

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