Na opinião do economista, o governo pode estar misturando terapias de choque de maneira perigosa. “Quando você tem ajuste fiscal, não se recomenda que a taxa real de juros fique acima da taxa de crescimento da economia”, defende, observando a distância entre a Selic em 14,25% e a inflação projetada para os próximos 12 meses na casa dos 7% e que essa conduta contraria, inclusive, os próprios formuladores dessa ideia de “política de metas”.
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