A forma pela qual as trajetórias dos atletas são tratadas nas Paraolimpíadas reforçam estereótipos associados às pessoas com deficiência. A ideia de que se tratam de “cavaleiros do apocalipse”, “extraterrestres”, enfim, heróis, em oposição à abordagem antiga, quando eram apresentadas como “fracas”, “inválidas” e/ou coitadinhas.
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Brasil Debate

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Vinícius Gaspar Garcia

Vinícius Gaspar Garcia

É professor e pesquisador nas Faculdades de Campinas - Facamp. É colunista do Brasil Debate