Nesse assalto à alma do SUS, onde estaria a possibilidade de resistência? Na radicalização do que o SUS foi pioneiro em implementar no conjunto das políticas públicas: na sociedade, seja participando dos conselhos de gestão (com o risco de serem dizimados), seja na mobilização popular.
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Brasil Debate

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Amélia Cohn

Amélia Cohn

É socióloga